18 maio, 2026

ATAQUE DE ONÇA CONTRA CRIANÇA DE 8 ANOS DESMONTA TEORIA DE BIÓLOGOS

Mais um ataque de onça contra uma criança de 8 anos desmonta a teoria de biólogos sobre o pretexto de que onça não ataca seres humanos, mas a realidade dos fatos estão desmontando esta teoria, principalmente agora no século XXI com a era da informação onde é possível registrar tudo praticamente em tempo real (ou quase que em tempo real), pois mesmo em locais remotos onde a internet ainda pode ser restrita ou lenta, mas o celular está lá para gravar e após encontrar qualquer ponto de WIFI, sincronizar os dados para portais de notícias, imprensa além de acessível para todo o mundo passa a ter acesso ao fato.

Imagem ilustrativa gerada por I.A


Uma Onça-parda (Puma-concolor), conhecida também como suçuarana (no nordeste) e leão-baio (na região sul) atacou uma criança de 8 anos. O incidente aconteceu na tarde (dia 14 de maio de 2026) próximo à Cachoeira do Cordovil, numa fazenda de turismo na Vila de São Jorge, dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, no município de Alto Paraíso (GO).

De acordo com os familiares e o guia, a onça-parda estava em cima de uma árvore e pulou na direção da criança, que seguia à frente do grupo durante o retorno da trilha. O guia junto com os pais conseguir jogar uma mochila e afugentar a onça. A criança foi socorrida pelos próprios pais, guia e populares, primeiramente a criança foi atendida no Hospital Municipal de Alto Paraíso de Goiás, depois foi transferida para Hospital de Base, que após uma avaliação encaminhou a criança para o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) em Brasília, onde vai passar por uma cirurgia de plástica no rosto.

O Corpo de Bombeiros quando chegou no local a criança já havia sido socorrido por populares. Após se dirigir ao hospital para colher informações, O sargento Jouber (do Corpo de Bombeiros de Goiás) deu entrevista e afirmou que nunca havia registrado ocorrência semelhante na Chapada dos Veadeiros. Segundo ele, a criança apresentava dois ferimentos mais graves na região do rosto, próximos ao olho e à bochecha, além de arranhões pelo corpo, mas estava consciente e com sinais vitais estáveis.

Já o médico veterinário (Matheus) descartou que a onça tenha atacado por defesa e afirmou que de fato foi um ataque de predação (refutando biólogos que sempre tenta emplacar que a pessoa, intimidou, caçou ou provocou o animal). Se não tivesse uma câmera para registrar a onça predando Jorge Ávalo (Jorginho), talvez até hoje a polícia tivesse investigando um assassino (ou quem sabe alguém poderia está preso por homicídio no lugar da onça) e talvez já tivesse encerrado o inquérito e dado como (não solucionado).

A reflexão na história da humanidade nos revela que os animais selvagens sempre atacaram o ser humano desde o era das cavernas e o número de ataques eram bem maior, pois uma vez que o homem das cavernas vivia exclusivamente da caça e nas florestas, então o embate entre animais e seres humanos eram corrente, o ataque de animais ferozes contra pessoas era muito mais comuns nos primórdios antigos.

Hoje em dia diminuiu muito porque o ser humano vive mais concentrados nos grandes centros urbanos e quantidade de pessoas que vivem no campo, praticamente não necessita mais de caçar animais para sua sobrevivência (ressaltando algumas exceções como povos tribais, indígenas e ribeirinhos) que é justamente nestas comunidades de povos tradicionais PCT (exclusivamente rurais) onde estão localizados o maior número de ataques devido eles estarem diretamente na natureza interligada com estes animais predadores como os felinos.

O que existe de fato, tanto da parte científica quanto da governo é a negligência, pois para o estado formular políticas públicas para mitigar estes ataques é necessário que os pesquisadores, comece a catalogar estes ataques e leve estes dados ao conhecimento do poder público e isto não acontece, chamamos essa falta de dados de negligência. Veja abaixo alguns motivos que não colabora para produção destes dados.

- Falta de respeito ao cumprimento do "Protocolo de Nagoia";  

- Falta de Dados Científicos (comunidade científica não possui registros de casos);

- Falta de Notificações: (poder público não possui notificações nem registros de ocorrências);

- Falta de humanidade da sociedade (incluem cidadãos, políticos e pesquisadores).

Veja agora como explico cada um destes pontos negativos que gera negligência na questão dos dados inexistentes de ataques de felinos contra pessoas no Brasil.

Falta de respeito ao cumprimento do "Protocolo de Nagoia: Em 2015 foi criada a Lei nº 13.123, de 20 de maio de 2015 (Lei da Biodiversidade) que regulamenta a proteção ao patrimônio genético, proteção e o acesso ao conhecimento tradicional associado – CTA). Além de criar o Fundo Nacional para a Repartição de Benefícios (FNRB) para repartição de benefícios para conservação e uso sustentável da biodiversidade. 
A 13.123/2015, em seu artigo 84, determina que: "Deixar de indicar a origem do conhecimento tradicional associado de origem identificável em publicações, utilizações, artigos e explorações, além de divulgações dos resultados do acesso", resultado em multa que vai de: Multa mínima de R$ 1.000,00 (mil reais) a R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para quem não cumprir a Lei da Biodiversidade. 
Ou seja, o pesquisador tem por obrigação por lei citar a origem da pesquisa e incluir os nomes de pessoas de Comunidades de Povos Tradicionais (PCT) que forneceu o Conhecimento Tradicional Associado – CTA) aos seus estudos nas publicações do resultado como: em feiras, eventos, periódicos e artigos, mas será que isto acontece? 

O que vemos na verdade quando se trata de casos de ataques de onça contra pessoas são biólogos debochando de pessoas que foram vítimas de ataques como se a própria vítima fosse mentirosa e tivesse inventando estória (fake news) ou com capacidades cognitivas reduzidas a nível de demência que não seria capaz de relatar um caso de ataque de onça (ou seja que seria fruta da alucinação da mente). Na cabeça da maioria dos biólogos um ataque de onça só é verdade se um pesquisador da USP ir lá na fonte, pesquisar o ataque, dar uma entrevista no domingo para o Fantástico (Globo) e publicar um artigo sobre o caso, alegando que aconteceu por motivos de  ações antrópicas do homem, para que então, aí sim ser verdade. Pouquíssimos biólogos como o Alexandre Bertolazzi (@Alejunglesongs) respeita estes fatos, mas é raro ver um biólogo respeitar o relato de um indígena, ribeirinho ou pantaneiro.

Em 2023 foi criado o Decreto Federal nº 11.865, de 27 de dezembro de 2023 (instituiu o Protocolo de Nagoia no Brasil). O Protocolo de Nagoia não está na mídia nem nos meios acadêmicos, para um país que possui uma indústria de eco-chatos (ambientalistas militantes), o "Protocolo de Nagoia" era pra ser mais famoso do que o BBB da Globo, mas ninguém toca no assunto, principalmente a comunidade científica, o que causa estranheza.

Falta de Dados Científicos (comunidade científica não possui registros de casos): A omissão da comunidade científica de não dar a mínima atenção para a questão de ataques de animais predadores  contra pessoas, leva o país a ficar negligenciado nesta questão.

Falta de Notificações: (poder público não possui notificações nem registros de ocorrências) devido a comunidade científica não produzir dados sobre ataques animais predadores contra pessoas, levando o poder público também a ser omisso e negligente, pois a falta de dados leva a falta de políticas públicas. Além disso falta uma lei para obrigar órgãos de atendimento (SAMUR/Bombeiros, Resgate e Secretarias de Saúde) de registrar os fatos do ocorrido categorizando por tipo de animas, pois a única nomenclatura que existe na CID10 - Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (atual CID-11) é o código: W55 (Mordedura ou golpe provocado por outros animais mamíferos), mas não cita nem mortes e nem cita o tipo de animal, apenas o a classe dos animais (mamalia).

Falta de humanidade da sociedade (incluem cidadãos, políticos e pesquisadores): devido os casos de ataques de felinos contra pessoas no Brasil serem poucos (comparados a dados de outros predadores) e também de outros países, isso faz com a sociedade fica com falta de humanidade, ou seja o que manda é a balança da vida, se o mosquito da dengue matar 100 pessoas é mais importante, mas se uma onça matar uma pessoa como Jorge Ávalo (Jorginho) no Pantanal ou um Luiz Alex da Silva na Amazônia, pouco importa, são apenas duas vidas e isso não importa, pois o importante é as 100 vidas do mosquito aeges aegypti. Se formos esperar essa teoria se concretizar pra se preocupar então será necessário que os felinos mate + de 100 pessoas por ano para que a sociedade passe a se preocupar com ataques de felinos contra pessoas?

Depois do ataque de uma onça-pintada contra Jorge Ávalo (Jorginho) no pantanal que virou manchete nacional, criei o Mapa de Ataques de Felinos contra Pessoas no Brasil (MAFEPB), onde já consta 81 casos (entre confirmados, em análise, além de outros em rascunho). 

Mapa de Ataques de Felinos contra Pessoas no Brasil 
(MAFEPB)


Dos 81 casos, cerca de 80 registros são de (1950-2026) e apenas 1 registro (de 1879), pegando os 80 registros e dividindo  por 76 anos (1950-2026) da em média 1,05 casos por ano, parece pouco e de fato é (comparado com dados de o outras espécies de predadores e animais peçonhentos), mas para a teoria que os biólogos e ambientalistas defendem de que ataque de onças contra seres humanos seria uma utopia, podemos dizer que a teoria já caiu por terra, não interessa se os dados são poucos (comparados com outras espécies) de predadores e animais peçonhentos).

Para produzir este mapa fiz diversas pesquisas como: requerimentos pela lei de acesso a informação para + de 50 órgãos públicos nas três esferas (municipal, estadual e federal), + artigos de pesquisadores, + pesquisas de I.A (Google Gemini) e matérias de órgãos de imprensa e portais de noticiários. Além disso travei uma luta contra a pesquisadora Fabricia Reges Ferreira - Faculdade de Ciências Agrárias - FCA (da Universidade Federal do Amazonas-UFAM), através da CGU (Controladoria Geral da União) para conseguir a liberação do documento de uma tese de mestrado intitulado: “Ataques de onças a humanos na Amazônia brasileira: uma análise na perspectiva de uso e ocupação do solo”, que se encontrava indisponível pela pesquisadora sobre alegação de sigilo, a batalha durou 5 meses em que a pesquisadora perdeu em todas as instâncias e concordou em liberar na 3º instância (CGU), pois este documento é de grande valia para os pesquisadores brasileiros que queira pesquisar sobre ataques de felinos contra pessoas e também para os brasileiros que se interessar pelos estudos da pesquisa. 

Situação dos Pedidos de acesos à informação requeridos aos órgãos públicos.


Outras fonte de pesquisa. 

Pesquisadora principal: Fabricia Reges Ferreira: currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/8759793233372703 

Universidade Federal do Amazonas (UFAM)/ Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (TEDE)/ SISTEBID - Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Amazonas https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/7156

Universidade Federal do Amazonas (UFAM)/ (Laboratório de Interações Fauna e Floresta - LAIFF) / Fabricia Reges Ferreira: (Onça-pintada ganha evento para todos os públicos em celebração ao seu dia, 29 de novembro) https://www.ufam.edu.br/ultimas-sobre-amazonia/5495-onca-pintada-ganha-evento-para-todos-os-publicos-em-celebracao-ao-seu-dia-29-de-novembro.html 

Fabricia Reges Ferreira + co-autores

Eco Evo Rxiv: Jaguars Attacks on Humans in the Brazilian Amazon (Fabricia Reges Ferreira, Elildo A. R Carvalho Jr, Joana Macedo, Maria Castro, Everton Miranda, Leandro Silveira, Mário Alves Costa Jr, Rogério Fonseca). https://ecoevorxiv.org/repository/view/10338/

Outros autores

SAGE Journals: Attacks by Jaguars (Panthera onca) on Humans in Central Brazil: Report of Three Cases, with Observation of a Death (Manoel Francisco Campos Neto, MD Domingos Garrone Neto, MSc, PhD, Vidal Haddad, Jr, MD, MSc, PhD) https://journals.sagepub.com/doi/10.1016/j.wem.2011.01.007

SAGE Journals: Attacks by Jaguars (Panthera onca) on Humans in Central Brazil: Report of Three Cases, with Observation of a Death (Manoel Francisco Campos Neto, MD, Domingos Garrone Neto, MS, PhD, and Vidal Haddad, Jr, MD, MS, PhD) https://journals.sagepub.com/doi/epub/10.1016/j.wem.2011.01.007

Repositorio Unesp: Attacks by jaguars (Panthera onca) on humans in central Brazil: Report of three cases, with observation of a death (Neto, Manoel Francisco Campos Garrone Neto, Domingos Haddad Júnior, Vidal) https://repositorio.unesp.br/entities/publication/9766c0fd-e087-42b7-ac5a-5de31d27b035

Órgãos, Instituições, ONG’s e Entidades
(Consultados)

CENAP (Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros);

FUNAI (Fundação Nacional do Índio);

IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis);

ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade);

MMA (Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima);

MS (Ministério da Saúde);

UFAM (Universidade Federal do Amazonas);

CBMRR – RR (Corpo de Bombeiros Militar de Roraima);

FEMARH - RR (Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Roraima);

CBMAM – AM (Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas);

SEMA/AM (Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas);

Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre – AC;

SEMA/AC (Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Acre);

CBM (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Tocantins – TO);

SEMARH (Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Tocantins – TO);

CBM (Corpo de Bombeiros Militar do Amapá);

SEMA (Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amapá);

SEMAD (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás);

Secretaria de Estado da Segurança Pública de Goiás;

CBMGO (Corpo de Bombeiros Militar de Goiás);

SEMADESC – MS (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul);

CPAmb (Comando de Policiamento Ambiental do Mato Grosso do Sul);

PMMS – MS (Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul);

SEMA (Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão);

CBMMA (Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão);

Secretaria de Estado de Segurança Pública do Mato Grosso;

CBMMT (Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso);

SEMA (Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Mato Grosso);

SEDAM (Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia);

CBM-RO (Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia);

SEMAS (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará);

CBMPA (Corpo de Bombeiros Militar do Pará);

Fontes Jornalísticas e Noticiários



Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações: Ataques de onças a humanos na Amazônia brasileira: uma análise na perspectiva de uso e ocupação do solo https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFAM_7ca90b4fd3e52c19be79a9f3d1a61ed1



Capital News: Primeiro ataque fatal de onça em quase 20 anos reforça o risco de alimentar animais selvagens https://www.capitalnews.com.br/colunistas/marco-eusebio/primeiro-ataque-fatal-de-onca-em-quase-20-anos-reforca-o-risco-de-alimentar-animais-selvagens/420598

Ciência com Certeza: Afinal, onça ataca gente? Levantamento de ataque de onças na Amazônia brasileira https://www.youtube.com/watch?v=IM5_1D2SaOc

CNN Brasil: Onça devora caseiro no MS: relembre ataques mortais e “avistamentos” https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/centro-oeste/ms/onca-devora-caseiro-no-ms-relembre-ataques-mortais-e-avistamentos


Correio do Estado:


Diário de Pernambuco:

Diário Digital: Balanço Geral Record)


Domingo Espetacular (TV Record) https://www.youtube.com/watch?v=XCSIrbbIXJs





Evandro Matogrosso: ep 32. onça-pintada ataca homem no pantanal que sobrevi graças ao cachorro. https://www.youtube.com/watch?v=l7KqQR50huM


Família Animal (Leandro Silveira IOP) https://www.youtube.com/watch?v=aL6h2K-epHA&t=398s











GC Notícias: Primeiro ataque fatal de onça no Brasil em duas décadas mostra como a imprudência pode colocar o ser humano em risco https://www.gcnoticias.com.br/noticias-dos-poderes/primeiro-ataque-fatal-de-onca-no-brasil-em-duas-decadas-mostra-como-a-imprudencia-pode-colocar-o-ser-humano-em-risco/204351176



Instituto Social Ambiental: Turismo pode ser causa de ataque de onças https://uc.socioambiental.org/pt-br/noticia/89288





Jornal Oeste

Jornal Oeste:

Jornal Oeste:


Jornal Oeste:

Leandro Silveira (IOP)




Observatório de Imprensa, Avistamento e Ataques de Onças (OIAA Onça) https://oiaaonca.ufam.edu.br e https://www.oiaaonca.ufam.edu.br

O Pantaneiro:



Portal Amzônia: Ataques de onças à humanos: relembre 3 casos registrados na Amazônia https://portalamazonia.com/meio-ambiente/ataques-oncas-a-humanos-amazonia

Portal da Floresta: Quais as chances de encontrar uma onça na Amazônia? Pesquisa inédita contabiliza ataques https://portaldafloresta.com.br/quais-as-chances-de-encontrar-uma-onca-na-amazonia-pesquisa-inedita-contabiliza-ataques




Repórter News






Ubiratã News

Unidades de Conservação no Brasil (Socioambiental) https://uc.socioambiental.org/pt-br/noticia/88616




















Mais Goiás: Vaqueiro é atacado por onça-pintada em Campinaçu e sobrevive com facão https://www.maisgoias.com.br/cidades/vaqueiro-e-atacado-por-onca-pintada-em-campinacu-e-sobrevive-com-facao/#google_vignette

JA1 – TV Anhaguera (G1/Globo) Homem é internado com machucados no braço e na cabeça após ser atacado por onça https://globoplay.globo.com/v/13629689

Metrópoles: Ataque de onça: vaqueiro que usou facão e escapou se pronuncia. Vídeo https://www.metropoles.com/brasil/ataque-de-onca-vaqueiro-pronuncia


Bom dia Goiás (Globo) Vaqueiro que foi atacado por onça passa por cirurgia https://globoplay.globo.com/v/13631592/?s=0s

Nenhum comentário:

INDICAÇÕES À USUÁRIO DO DIA

MINHA LISTA DE PROJETOS NO BOINC

MINHA LISTA DE PROJETOS NO BOINC

TAGS/Marcadores (palavras-chave)

2016 (1) 2021 (4) 2022 (6) 2023 (3) 2024 (3) 2025 (1) 2026 (3) abril (6) Adademia (1) Aeródromo (1) Aeronaves (2) agosto (2) Air Nav radar (1) Albert@Home (1) Alzheimer (1) Amazônia (1) Animais (2) Ao vivo (1) Aplicativo (3) App (1) asteroides (5) Asteroids@Home (1) astroblema (1) astrofísica (1) astrometrica (7) astronomia (2) ataque (1) athene cunicularia (1) Atropelamentos (1) Atropelômetro (1) aula (1) avenova (1) aves (2) Aviões (1) BA (1) bennu (1) biodiversidade (1) biofaces (1) Biologia (1) boa nova (1) BOINC (9) Borboletas (1) Bragança Paulista (1) Bragança Paulista-SP (1) Brasil (4) Caça Asteroides MCTI (1) campanha (2) Capacitação (1) CDB (1) CERN (1) Certificado (1) Cidadão Cientista (21) ciência aberta (4) ciência cidadã (42) Citizen Science (36) Citizen Science Month (10) Citizen Science Month (SciStarter) (4) Citizen Scientists (26) Civis (1) comedouro de aves (1) Computação Distribuída (5) Convenção sobre Diversidade Biológica (1) COPPE (1) Coronavírus (1) Coruja (1) Coruja-Buraqueira (2) COVID-19 (1) CREDO (2) CREDO (Detector) (3) crowdsourcing (3) dados (1) Datas (2) de olho na coruja (1) Decretos nº 8.772 de 11 de maio de 2016) (1) dicas e tutoriais (1) Diploma (1) eBird (1) edital (1) Embarcações (1) Encontros (1) enquete (1) Espécie (1) Espécies de Dário Meira (1) estatísticas (2) EUA (2) Eventos (13) FAPESP (1) Fast Science (1) felinos (1) FNRB (1) folding@home (1) Fundo Nacional de Repartição de Benefícios (1) game (1) GBIF (2) Gilda Pimentel (1) Google Play (1) gravimetria (1) GRID (3) Heliponto (1) hidrografia (1) IAM (1) IASC (17) IAU (1) IBICT (1) ICA (1) IHP (1) IHP - Instituto Homem Pantaneiro (1) iNaturalist (3) iNaturalsit (1) INCRA (1) Instituto Mamirauá (1) intolerância religiosa (1) Jerbialdo (14) julho (2) junho (2) Leonardo (1) Lepidopterologia (1) live (2) MABRO - Mapa Brasileiro de Registro de OVNI e Afins (1) MAFEPB (2) maio (4) Mamirauá (1) Mapa (13) Mapa Brasileiro de Ciência Cidadã (1) Mapa Brasileiro de Ciência Cidadã (MBCC) (1) Março (3) Mato Grosso (1) Mato Grosso do Sul (1) MBCC (2) MCTI (4) meio ambiente (1) Mês da Ciência Cidadã (11) MÊS DA CIÊNCIA CIDADÃ (SCISTARTER) (3) meteorito (1) métricas (1) minor planet center (1) mpc (1) MS (1) MT (1) NASA (7) Navios (1) novembro (1) Novo Coronavírus (1) Observatório Nacional (1) ODLK1 (1) ON (1) onça (2) One Million Acts Of Science (1) OpenPandemics-COVID-19 (1) Openzika (1) opinião (1) OVNI (1) Pantanal (1) passarinhada (1) PCT (1) PESC (1) pesquisa (2) Pesquisa Fapesp (1) Plataforma (5) Polônia (1) Povos e Comunidades Tradicionais (1) projeto (6) Protocolo de Nagoia (1) publicação (1) Radar Box (1) Raios Cósmicos (1) Rankings (2) RBCC (2) Reef Check Brasil (1) Revista (1) RGFB (1) rios (1) SAVE Brasil (2) scistarter (12) selo (1) Sistema Urubu (1) SP (1) SPLUS: Science Hunters (1) stall catchers (5) suíça (1) Tráfego Aéreo (1) Trágego Marítimo (1) transcription (smithsonian) (1) turismo (1) tutorial (português) (2) UAP (1) UFABC (1) UFPS (1) UFRJ (1) Universe@Home (2) Universidade (1) UOTD (1) User Of The Day (1) USP (1) Usuário (1) vídeos (1) WCG (1) WEBNAR (1) Wildlife Conservation Society (1) workshop (2) World Community Grid (3) zooniverse (2) zurique (1)
google.com, pub-0961351794862308, DIRECT, f08c47fec0942fa0